Ritmos da Vida

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A vida nos proporciona momentos diversos. Um ritmo diferente para cada momento. Conecte-se com a música e dê ritmo a sua vida.

terça-feira, 23 de abril de 2019

Comissão de Direitos Humanos da Alerj e movimentos sociais convocam audiência pública sobre a violência na Baixada


O Fórum Grita Baixada, ao lado de outros movimentos, instituições e coletivos, juntamente com a Comissão de Direitos Humanos e Cidadania e a Comissão de Juventude da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) realizam, nesta sexta-feira, 26, às 10h, no auditório Nelson Carneiro, na Alerj, audiência pública para tratar sobre os altos índices de violência letal na Baixada Fluminense. Entre os encaminhamentos está a proposta de criação de projetos de lei, reforçando o controle institucional das polícias, do tráfico de armas e das milícias.

De acordo com o Instituto de Segurança Pública (ISP), o número de mortes provocadas por agentes do Estado aumentou 17,9% no primeiro trimestre de 2019, em relação ao mesmo período do ano passado. Em fevereiro deste ano, nove pessoas foram levadas do Morro São Simão, em Queimados, e executadas nos bairros de Adrianópolis e Austin, somando-se a outras chacinas na região.

Para discutir essa realidade, foi convocada pela Comissão de Direitos Humanos e a Comissão de Juventude da Alerj a audiência pública “Chacinas, Homicídios e Desaparecimentos Forçados na Baixada Fluminense”.

O Fórum Grita Baixada, organização que agrega diversas instituições, organizações não-governamentais, centros religiosos e lideranças sociais da região, apresentará um conjunto de propostas para a redução dessas mortes e da violência na Baixada.

“A Baixada Fluminense tem sido sistematicamente esquecida e abandonada pelos poderes públicos. A Alerj precisa cumprir o papel de fiscalizar e propor as políticas públicas que possam reverter as altas taxas de homicídios e de execuções sumárias que ocorrem há décadas na região. A letalidade policial, o genocídio da juventude preta e pobre da Baixada não podem ser deixadas para depois ou tratadas como questões menores, daí a importância da audiência pública sobre a violência na Baixada Fluminense”, afirmou o coordenador executivo do Fórum Grita Baixada, Adriano de Araujo.

O Fórum Grita Baixada criou um evento no Facebook sobre a Audiência.


Fonte: Fórum Grita Baixada

domingo, 31 de março de 2019

A Comunicação no Terceiro Setor em ambiente de mudanças

 
Reprodução internet

O Terceiro Setor passa por uma fase de grandes mudanças e transformação. O advento do Novo Marco Regulatório das organizações da sociedade civil (Lei 13.019/2014, alterada pela Lei 13.204/2015), a massificação das mídias sociais, a mudança no comportamento do mercado de consumo, as mudanças e incorporações de novos conceitos para o Terceiro Setor têm exigido cada vez mais dos profissionais de Comunicação uma capacitação constante que os tornem aptos para os desafios do dia-a-dia.

As organizações do Terceiro Setor não podem mais se restringirem em apresentar resultados. É preciso mostrar o impacto de suas ações. O atual governo e as grandes empresas já sinalizaram que vão investir em projetos que gerem impactos positivos socioeconomicoambientais, reduzindo suas carteiras de investimentos em quantidades de projetos.

O conceito de propósito da existência de uma organização da sociedade civil (OSC) tem substituído, erroneamente, os conceitos de missão e visão nas declarações dessas organizações. (É preciso um outro post para discutirmos sobre esse ponto. O que vale agora é sinalizar o que está acontecendo).

A adoção de alguns Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) nos projetos desenvolvidos nestas organizações também já é uma tendência que poucas se atentaram ou não sabem como fazer.

As universidades e faculdades de Comunicação seguem lentamente para uma discussão mais séria e ampla sobre o Terceiro Setor entre professores e alunos. O máximo que se vê são pesquisas, monografias e horas-extracurriculares desenvolvidas nesse setor, mas sem nenhuma abordagem teórica feita em sala de aula. Isso quando não são salvos com um jornal-laboratório, estúdio-laboratório (direcionados à produção de rádio, TV, Cinema e publicidade) e um escritório de pesquisa de opinião e mercado para o relações públicas, onde a pauta Terceiro Setor serve como uma luva no desenvolvimento dessas atividades.

“Está comprovado que o mundo do trabalho quer profissionais dotados de capacidade crítica e de espírito de colaboração. Um profissional com bagagem humanística estará mais preparado para compreender a complexidade da sociedade global e transnacional e terá maior competência analítica para entender e atuar na sociedade repleta de mudanças.” 1

Portanto, é necessário que os profissionais de Comunicação assumam uma outra postura no desenvolvimento da sociedade e no Terceiro Setor, reforçando o seu papel estratégico de comunicador e sua participação cidadã.


1-Comunicação:ensino e pesquisa / Organização, Sonia Virgínia Moreira e João Pedro Dias Vieira. – Rio de Janeiro: EdUERJ, 2008.



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domingo, 3 de fevereiro de 2019

A Comunicação e seus princípios no Terceiro Setor


Sensibilizar, capacitar e mobilizar (além de informar, claro) os integrantes de uma organização da sociedade civil são alguns princípios da Comunicação no Terceiro Setor.


Conduzir o fluxo da informação, dar suporte e apoio nos campos comportamentais e sociais aos que estão diretamente envolvidos ou aos que serão impactados neste processo, também são suas atribuições.


Uma comunicação profissionalizada e diferente deve ser bem feitas nestas instituições, isto porque, profissionais nesta área são formados para trabalhar nos meios de comunicação de massa, com muito conhecimento técnico e pouca formação humanística.


As notícias de uma causa de diferentes organizações se tornam as mesmas, e o público acaba não diferenciando uma organização da outra.


Emissoras de rádio, TV e jornais impressos, em sua maioria, reproduzem o mesmo que foi lido na internet, e o diferencial que uma determinada organização tem não é publicizado, se tornando repetitivo e pouco atraente.


A falta de recursos financeiros e a dificuldade na implantação de projetos estratégicos de comunicação continuam a ser grandes desafios destes profissionais, que trabalham em organizações da sociedade civil, impossibilitando que ambos desenvolvam trabalhos estruturados que mobilizem e divulguem ações executadas por determinados projetos.


As atividades de comunicação estratégica também consistem na educação, cidadania, desenvolvimento e no uso democrático de seus meios. O uso de diferentes linguagens permite uma comunicação educativa e crítica da realidade, permitindo articulações em rede por uma causa social.

Ainda não existem “fórmulas mágicas” de como fazer uma comunicação para o Terceiro Setor. Portanto, é preciso que se façam estudos, pesquisas, experimentações e que usem criatividade para desenvolver um bom trabalho profissional que tragam visibilidade, legitimidade e credibilidade destas organizações.

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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Jornalista organiza sexta edição da Expo Religião 2018


“Somos todos iguais perante Aquele que nos fortalece. Precisamos nos amar e nos respeitar”. Esta foi a mensagem que a Expo Religião 2018 buscou transmitir ao público, nos dias 16, 17 e 18 deste mês, na Biblioteca Parque Estadual, Centro do Rio.

A jornalista e diretora responsável pela Expo Religião 2018, Luzia Lacerda.


O maior evento inter-religioso do Rio de Janeiro reuniu 21 segmentos religiosos, como Católico, Budista, Hare Krishna, Mulçumano Sunita, Mulçumano Xiita, Umbanda, Matrizes Africanas, Espiritismo, Paganismo, Xamanismo, Mórmon, Judeus, Fé Bahá’i, entre outras. No sábado, o evento contou com a presença do Arcebispo do Rio Don Orani Tempesta.

Arcebispo do Rio Don Orani Tempesta entre outras autoridades religiosas.


A jornalista e diretora responsável da Expo Religião, Luzia Lacerda explica sobre o propósito do evento:


“Desconstruir a intolerância religiosa através do conhecimento. É a busca do respeito à diversidade religiosa através do conhecimento. Eu acredito que a pior ignorância é por ignorar. Então, se a pessoa tiver conhecimento da história da religião, porque cada religião tem uma história, eu acredito que ela consiga respeitar ou pelo menos não cometer nenhum ato de intolerância”.


Desde o seu início, a feira reúne novidades nas áreas filosófica, oriental, holística e literatura.


Durante os três dias, o público teve a oportunidade de desmistificar muitas curiosidades e esclarecer dúvidas sobre maçonaria, wicca, ciganos, entre outras manifestações religiosas. Para reforçar este diálogo e troca de conhecimentos e experiências em meio a essas diversidades, que esteve presente pode participar de palestras, bate-papos, assistir filmes e danças, espaço zen (com yoga, shiatsu, massoterapia), consultas a cartas ciganas, tarô além de adquirir livros e artigos religiosos, vendidos durante o evento.

Visitante teve a oportunidade de conhecer o Alcorão, livro sagrado do Islã.


“A comunicação, este ato de comunicar, depende muito do formato da religião que você decidiu seguir”, conta Luzia. “A fé, a meu ver, é aquele sentimento. É o que você tem. É o que você acredita. É naquilo que você crê. A religião é aquela que você se sentiu mais adequado, mais à vontade e que decidiu seguir a tua fé através da religião”, explica.


“Então, a comunicação depende muito das regras de cada religião”, completa a jornalista e diretora da Expo.


“Ao nascer, recebemos duas coisas: a vida e o livre-arbítrio. Então, você tem direito às suas escolhas. Eu não tenho que respeitar a sua escolha. Eu tenho que respeitar o seu direito de escolher. Então, o indivíduo tem que respeitar o outro indivíduo. Porque o nome já diz: indivíduo, ou seja, você tem a sua escolha própria, sua vida própria. Tudo seu é próprio, é único, é ímpar. Então, você não pode querer que aquela segunda pessoa seja como você”, conta Luzia, deixando essa mensagem, muito feliz com o resultado do evento.


“Este ano estou muito, muito, muito, muito feliz. As pessoas estão felizes, é isso que vale”, conclui.


O próximo passo é organizar um seminário com alguns representantes religiosos na Secretaria de Direitos Humanos para discutir as normas e uma nova delegacia de intolerância religiosa, na Secretaria de Segurança Pública.


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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

A força da comunicação no empreendedorismo de uma mulher


Jornalista, social media, empreendedora, são algumas das definições que podem ser atribuídas a Ana Muza Cipriano, a convidada do Gecom para contar um pouco sobre seu trabalho de comunicação.

Ana Muza, jornalista e empreendedora. Crédito: Reprodução Internet


A escolha de Ana Muza deve-se por termos nos conhecido durante uma visita nos estúdios de telejornalismo de uma grande rede de televisão aberta. Fiquei curioso e admirado com sua fala, presença e o propósito a que se destina sua agência de comunicação e marketing, AMC Comunicação, em fomentar o mercado empreendedor das mulheres, além de toda a dedicação pelo trabalho nas comunidades Pavão-Pavãozinho e Cantagalo com o jornal virtual PPG-Informativo.


Com trabalhos fantásticos como esses, ela não poderia ficar de fora da 11ª edição da Social Media Week São Paulo (SMWSP), o maior evento de comunicação digital da América Latina, que aconteceu entre os dias 10 e 14 de setembro. Ana Muza participou como palestrante no dia 12.

“Foi uma experiência muito boa. De verdade. Tínhamos uma hora de palestra, mas quem estava assistindo gostou muito e fomos para o térreo dar seguimento ao assunto”, conta referindo-se ao tema, “Contrate o Serviço de outra Mulher”.

AMC Comunicação: fortalecendo o empreendedorismo das mulheres.

A campanha para participar do evento contou com as votações da comunidade digital, além da aprovação dos curadores do evento. E a convocação teve os méritos do reconhecimento e credibilidade dos trabalhos de Ana Muza.

É uma agência de comunicação que eu mesma idealizei com o objetivo de fomentar o desenvolvimento e trabalho feminino, a fim de empoderar e conectar laços”, conta a CEO da AMC Comunicação.


O empreendimento de Ana Muza tem um diferencial que é a publicidade solidária. “Para não usar o termo "anúncio gratuito" chamo de publicidade solidária, pois faço e falo sobre trabalhos femininos no Instagram da AMC. A ideia é fortalecer o mercado empreendedor feminino”, explica.


Trabalhando com Facebook, Youtube, Whatsapp, Twitter, Wordpress, Instagram e Linkedim, a social media Ana reativou recentemente o PPG-Informativo, após três meses fora do ar. “Ele é um canal com foco na informação local. A ausência dele resultou em moradores perdidos referente ao que acontecia no Pavão-Pavãozinho e Cantagalo”, conta Ana Muza, sobre a importância do informativo.


Segundo ela, as mídias sociais em projetos comunitários e sociais devem ter “mais visão, imagem do que texto. Mais vídeos do que texto. As pessoas precisam sentir de fato”, sugere.


Sob o ponto de vista de como está a participação das mulheres no campo da comunicação no terceiro setor e mídias comunitárias, ela conta com otimismo. “Estamos explorando todos os espaços que nos foram negados. Eu não sou da bancada jornalística de uma grande TV, mas eu tenho a minha própria mídia comunitária com meu público bem definido. Estamos avançando bem”, diz.


Se interessou? Confira mais sobre os trabalhos de Ana Muza Cipriano e “contrate o serviço de outra mulher”.


https://www.facebook.com/muza.empreender/

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https://www.youtube.com/watch?v=oO4heLZCuHs


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