sábado, 27 de abril de 2019

Atados realiza quarta edição do Dia das Boas Ações no Parque Garota de Ipanema



 



O maior evento de voluntariado do mundo, que acontece simultaneamente em 100 países, já está consolidado no calendário daqueles que estão engajados de alguma forma por uma transformação social. A última edição do Dia das Boas Ações (também chamado de DBA entre os participantes) aconteceu no primeiro domingo de abril (7), no Parque Garota de Ipanema, na Praia do Arpoador, reunindo cerca de 50 organizações não-governamentais (ONGs) e iniciativas sociais, além de oficinas, debates, ações de voluntariado e gastronomia. A abertura oficial aconteceu um dia antes no Parque Ibirapuera, em São Paulo.


Aqui no Rio, foi um domingo inteiro de atividades voltadas para toda a família que contou com a participação da consagrada feira Junta Local, da cantora, compositora e ativista pernambucana Doralyce e o bloco Charanga Talismã.


Confira aqui as edições anteriores 2018, 2017 e 2016.


O que parece ser um único dia de evento, na verdade é a abertura de uma semana com uma série de ações voluntárias em diversos pontos da cidade do Rio que foi até o domingo seguinte (14), como um mutirão de grafite e pintura na comunidade da Rocinha, um mutirão com catadores de material reciclável em Irajá, banho de alegria com pessoas em situação de rua no Méier e muitas outras.


Para ilustrar como foi esse dia de boas ações, o Gecom trouxe alguns depoimentos das iniciativas que estiveram presentes e um breve resumo sobre cada uma delas.


O Gecom perguntou para as iniciativas que estiveram presentes na tenda principal: “O que representa participar do DBA 2019?”.


Confira abaixo, com um breve resumo sobre cada uma delas, e vivencie essa experiência. Afinal, a transformação é coletiva.

http://www.projetoamigos.org


http://www.projetoruas.org.br/

http://sonharacordado.org.br/

https://osdm.org.br/

http://autistan.org/wp/pt/

https://anistia.org.br/

https://www.litrodeluz.com/

https://www.facebook.com/EducarMaisLivros/

http://www.brbio.org.br/

https://www.facebook.com/cooperativa.transvida.1

https://www.facebook.com/Associa%C3%A7%C3%A3o-De-Moradores-E-Amigos-De-Santa-L%C3%BAcia-E-Imbari%C3%AA-III-Amasli-157092148422888/

https://www.facebook.com/Instituto-Paulo-e-Est%C3%AAv%C3%A3o-120241938060764/

http://dreamlearnwork.com/2017/

https://www.facebook.com/associacaoprover/

https://www.ondasolidaria.org/

http://parquedasmissoes.blogspot.com/

http://www.botapragirar.eco.br/

http://simeusoudomeio.com.br/

https://www.facebook.com/banhodaalegria/

https://www.facebook.com/Projetojuntossomosmaisoficial/

https://www.facebook.com/adifat.tangua


https://www.ongavicres.com.br/home

https://www.smiletrainbrasil.com/pt-br

https://www.meninosdeluz.org.br/

http://www.irs.org.br/

http://riodejaneiro.apaerj.org.br/

https://www.facebook.com/malocadacidadania/

https://www.facebook.com/PSVBem/


http://centroculturalligadobem.blogspot.com/

Mais sobre o DBA



A cada ano os números em torno do Dia das Boas Ações no Brasil e no mundo comprovam a importância do evento e de seu impacto positivo. Segundo os dados da ONG, em 2018, o movimento mobilizou 3, 5 milhões de pessoas, em 100 países, envolvidas em 12 mil projetos. No Brasil, não foi diferente. O DBA reuniu 3.522 voluntários em 30 cidades, com 150 ações e 48 atrações artísticas.  A edição carioca do evento em 2018 beneficiou seis cidades e atraiu 1,2 mil voluntários que colaboraram em 40 ações envolvendo 40 ONGs. Ao todo, foram beneficiadas 4,5 mil pessoas no estado.


Sobre a Atados



A Atados é uma iniciativa social que conecta pessoas e organizações, facilitando o engajamento em diversas oportunidades de voluntariado. Sua principal frente é a plataforma online www.atados.com.br, que conta com mais de 1,6 mil ONGs cadastradas e 104 mil usuários.


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terça-feira, 23 de abril de 2019

Comissão de Direitos Humanos da Alerj e movimentos sociais convocam audiência pública sobre a violência na Baixada


O Fórum Grita Baixada, ao lado de outros movimentos, instituições e coletivos, juntamente com a Comissão de Direitos Humanos e Cidadania e a Comissão de Juventude da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) realizam, nesta sexta-feira, 26, às 10h, no auditório Nelson Carneiro, na Alerj, audiência pública para tratar sobre os altos índices de violência letal na Baixada Fluminense. Entre os encaminhamentos está a proposta de criação de projetos de lei, reforçando o controle institucional das polícias, do tráfico de armas e das milícias.

De acordo com o Instituto de Segurança Pública (ISP), o número de mortes provocadas por agentes do Estado aumentou 17,9% no primeiro trimestre de 2019, em relação ao mesmo período do ano passado. Em fevereiro deste ano, nove pessoas foram levadas do Morro São Simão, em Queimados, e executadas nos bairros de Adrianópolis e Austin, somando-se a outras chacinas na região.

Para discutir essa realidade, foi convocada pela Comissão de Direitos Humanos e a Comissão de Juventude da Alerj a audiência pública “Chacinas, Homicídios e Desaparecimentos Forçados na Baixada Fluminense”.

O Fórum Grita Baixada, organização que agrega diversas instituições, organizações não-governamentais, centros religiosos e lideranças sociais da região, apresentará um conjunto de propostas para a redução dessas mortes e da violência na Baixada.

“A Baixada Fluminense tem sido sistematicamente esquecida e abandonada pelos poderes públicos. A Alerj precisa cumprir o papel de fiscalizar e propor as políticas públicas que possam reverter as altas taxas de homicídios e de execuções sumárias que ocorrem há décadas na região. A letalidade policial, o genocídio da juventude preta e pobre da Baixada não podem ser deixadas para depois ou tratadas como questões menores, daí a importância da audiência pública sobre a violência na Baixada Fluminense”, afirmou o coordenador executivo do Fórum Grita Baixada, Adriano de Araujo.

O Fórum Grita Baixada criou um evento no Facebook sobre a Audiência.


Fonte: Fórum Grita Baixada

domingo, 31 de março de 2019

A Comunicação no Terceiro Setor em ambiente de mudanças

 
Reprodução internet

O Terceiro Setor passa por uma fase de grandes mudanças e transformação. O advento do Novo Marco Regulatório das organizações da sociedade civil (Lei 13.019/2014, alterada pela Lei 13.204/2015), a massificação das mídias sociais, a mudança no comportamento do mercado de consumo, as mudanças e incorporações de novos conceitos para o Terceiro Setor têm exigido cada vez mais dos profissionais de Comunicação uma capacitação constante que os tornem aptos para os desafios do dia-a-dia.

As organizações do Terceiro Setor não podem mais se restringirem em apresentar resultados. É preciso mostrar o impacto de suas ações. O atual governo e as grandes empresas já sinalizaram que vão investir em projetos que gerem impactos positivos socioeconomicoambientais, reduzindo suas carteiras de investimentos em quantidades de projetos.

O conceito de propósito da existência de uma organização da sociedade civil (OSC) tem substituído, erroneamente, os conceitos de missão e visão nas declarações dessas organizações. (É preciso um outro post para discutirmos sobre esse ponto. O que vale agora é sinalizar o que está acontecendo).

A adoção de alguns Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) nos projetos desenvolvidos nestas organizações também já é uma tendência que poucas se atentaram ou não sabem como fazer.

As universidades e faculdades de Comunicação seguem lentamente para uma discussão mais séria e ampla sobre o Terceiro Setor entre professores e alunos. O máximo que se vê são pesquisas, monografias e horas-extracurriculares desenvolvidas nesse setor, mas sem nenhuma abordagem teórica feita em sala de aula. Isso quando não são salvos com um jornal-laboratório, estúdio-laboratório (direcionados à produção de rádio, TV, Cinema e publicidade) e um escritório de pesquisa de opinião e mercado para o relações públicas, onde a pauta Terceiro Setor serve como uma luva no desenvolvimento dessas atividades.

“Está comprovado que o mundo do trabalho quer profissionais dotados de capacidade crítica e de espírito de colaboração. Um profissional com bagagem humanística estará mais preparado para compreender a complexidade da sociedade global e transnacional e terá maior competência analítica para entender e atuar na sociedade repleta de mudanças.” 1

Portanto, é necessário que os profissionais de Comunicação assumam uma outra postura no desenvolvimento da sociedade e no Terceiro Setor, reforçando o seu papel estratégico de comunicador e sua participação cidadã.


1-Comunicação:ensino e pesquisa / Organização, Sonia Virgínia Moreira e João Pedro Dias Vieira. – Rio de Janeiro: EdUERJ, 2008.



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